O país com a maior taxa de homicídios contra a comunidade LGBTQIA+

Qual é o país que mais mata LGBTQIA+?
O Brasil é o país que mais mata pessoas LGBTI+ no mundo! Esta triste realidade revela a grave situação de violência e discriminação enfrentada por essa comunidade no país. De acordo com dados do Grupo Gay da Bahia, em 2020, foram registradas 237 mortes de pessoas LGBTI+ no Brasil, o que representa um aumento de 7% em relação ao ano anterior. A falta de políticas efetivas de proteção e o preconceito enraizado na sociedade contribuem para a perpetuação desse cenário alarmante.

  • A violência contra pessoas LGBTI+ no Brasil se manifesta de diversas formas, incluindo agressões físicas, violência psicológica, ameaças e até mesmo assassinatos. A impunidade em muitos casos também é um fator preocupante, pois perpetua a sensação de insegurança e vulnerabilidade dessa comunidade.
  • A discriminação e o preconceito enraizados na sociedade brasileira contribuem para a marginalização e exclusão das pessoas LGBTI+, tornando-as mais suscetíveis à violência e dificultando o acesso a direitos básicos, como educação, saúde e trabalho.
  • É fundamental que o Estado adote medidas efetivas para combater a violência e garantir a proteção dos direitos humanos das pessoas LGBTI+. Isso inclui a implementação de políticas públicas de inclusão, campanhas de conscientização e a punição rigorosa de crimes motivados por ódio e preconceito.

Diante desse cenário, é urgente promover a conscientização e a luta contra a LGBTIfobia, visando construir uma sociedade mais justa e inclusiva para todos.

País com a maior comunidade LGBT global

De acordo com um estudo recente, a Irlanda e a Polônia são os países com a menor porcentagem de adultos que se identificam como LGBT+, com apenas 6% da população. Em contrapartida, o Brasil se destaca como o país com a maior população LGBT+, refletindo uma porcentagem significativamente mais alta em comparação com os outros países analisados. Esses dados revelam uma diversidade significativa na identidade sexual e de gênero em diferentes regiões do mundo.

Ao analisar essas informações, é importante considerar a influência de fatores culturais, sociais e políticos na forma como as pessoas se identificam em relação à sua orientação sexual e identidade de gênero. Além disso, a disponibilidade de recursos e apoio para a comunidade LGBT+ pode variar amplamente de um país para outro, impactando diretamente a visibilidade e aceitação desses grupos.

Para ilustrar esses dados de forma mais clara, podemos criar uma tabela comparativa com a porcentagem de adultos que se identificam como LGBT+ em diferentes países:

País Porcentagem de Adultos LGBT+
Brasil 14%
Irlanda 6%
Polônia 6%

Essa tabela oferece uma visão clara das diferenças na identificação LGBT+ em diferentes países, destacando a diversidade e complexidade das experiências da comunidade LGBT+ em escala global.

Países que não permitem a comunidade LGBT

Em muitos países ao redor do mundo, a discriminação e as barreiras enfrentadas pela comunidade LGBTQ+ são uma triste realidade. Além dos países que proíbem explicitamente a homossexualidade, há também aqueles que criam muitas barreiras e discriminam em larga escala. Entre os países que proíbem a homossexualidade estão São Vicente e Granadinas, Samoa, Serra Leoa, Síria, Sri Lanka, Suazilândia, Sudão do Sul, Tanzânia, Togo, Tonga, Turcomenistão, Tuvalu, Uganda, Uzbequistão, Zâmbia e Zimbábue.

Essas nações impõem leis que criminalizam as relações entre pessoas do mesmo sexo, muitas vezes com penas severas, incluindo prisão e até mesmo pena de morte. Além disso, a comunidade LGBTQ+ enfrenta discriminação social e legal, o que torna suas vidas extremamente difíceis. Em contrapartida, há países que não proíbem a homossexualidade, mas ainda assim criam muitas barreiras e discriminam em larga escala, tornando a vida da comunidade LGBTQ+ desafiadora.

A luta pelos direitos LGBTQ+ é uma questão global e requer atenção e ação em todos os níveis, desde a conscientização e educação até a implementação de políticas inclusivas. Organizações e defensores dos direitos humanos em todo o mundo estão trabalhando incansavelmente para promover a igualdade e combater a discriminação, mas ainda há um longo caminho a percorrer. É fundamental que a comunidade internacional se una para garantir que todos, independentemente da orientação sexual, sejam tratados com dignidade e respeito.

A conscientização sobre a situação da comunidade LGBTQ+ em diferentes países é crucial para promover a mudança e garantir que todos tenham o direito fundamental de viver suas vidas sem medo de perseguição ou discriminação. A luta pela igualdade e inclusão é uma responsabilidade compartilhada por todos, e é essencial que continuemos a defender os direitos humanos e a promover sociedades mais justas e inclusivas em todo o mundo.

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País ideal para a comunidade LGBT

Países pioneiros em igualdade LGBTQI+

Os Países Baixos são reconhecidos como pioneiros em termos de igualdade e direitos LGBTQI+. Sua legislação avançada e políticas inclusivas garantem direitos iguais para todos os cidadãos, independentemente da orientação sexual ou identidade de gênero. Além disso, o país oferece amplo suporte e proteção legal para a comunidade LGBTQI+, tornando-se um exemplo de progresso e inclusão.

O Canadá também se destaca por seu compromisso com a igualdade e a inclusão LGBTQI+. Com leis que protegem os direitos das pessoas LGBTQI+ e políticas públicas que promovem a diversidade, o Canadá é reconhecido internacionalmente como um ambiente acolhedor e seguro para a comunidade LGBTQI+. A presença de organizações e grupos de defesa dos direitos LGBTQI+ demonstra o compromisso contínuo do país com a promoção da igualdade.

A Nova Zelândia é outro país progressista em termos de direitos LGBTQI+. Sua abordagem inclusiva e respeitosa em relação à diversidade de gênero e orientação sexual tem sido um exemplo para outras nações. A legislação e as políticas de proteção aos direitos LGBTQI+ na Nova Zelândia refletem o compromisso do país em garantir a igualdade e a não discriminação, contribuindo para um ambiente mais inclusivo e diversificado.

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Esses países, juntamente com outros ao redor do mundo, desempenham um papel crucial na promoção da igualdade LGBTQI+ e na conscientização sobre os desafios enfrentados pela comunidade. Suas iniciativas e políticas exemplares servem como inspiração e referência para a construção de sociedades mais justas e inclusivas em todo o mundo.

Número de agressões contra pessoas LGBT no Brasil

O dossiê divulgado recentemente contabilizou um total de 273 mortes violentas de pessoas LGBTI+ somente em 2022. Esses dados alarmantes evidenciam a persistência da violência e discriminação enfrentadas por essa comunidade, destacando a urgência de ações concretas para garantir a segurança e o respeito a todos. A análise do dossiê revela que a maioria das vítimas são pessoas trans e travestis, que frequentemente sofrem com a marginalização e a falta de proteção social. Além disso, é importante ressaltar que a violência contra pessoas LGBTI+ muitas vezes é motivada por preconceito e ódio, o que torna esses crimes ainda mais repugnantes.

É fundamental que a sociedade e as autoridades estejam atentas a essa realidade e atuem de forma efetiva para combater a LGBTIfobia. Medidas como a implementação de políticas públicas de inclusão, campanhas de conscientização e a criação de canais de denúncia específicos são essenciais para promover a segurança e o bem-estar dessa comunidade. Além disso, a garantia de acesso à justiça e a punição rigorosa dos responsáveis por atos de violência são passos cruciais para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária.

Diante desse cenário preocupante, é imprescindível que haja uma mobilização ampla e contínua em prol dos direitos das pessoas LGBTI+. A luta contra a LGBTIfobia deve ser uma prioridade em todas as esferas da sociedade, envolvendo a participação ativa de instituições, organizações não governamentais e cidadãos. Somente por meio de um esforço coletivo e engajado será possível promover a mudança necessária para garantir que todas as pessoas, independentemente de sua orientação sexual ou identidade de gênero, vivam livres de violência e discriminação.

Preste atenção: Muitas vítimas de violência LGBTQIA+ no Brasil enfrentam dificuldades para denunciar os crimes e buscar ajuda, devido ao medo de represálias e à falta de apoio adequado.

País que discrimina LGBT

A pena capital para atos sexuais consensuais entre pessoas do mesmo sexo é uma realidade em seis países: Arábia Saudita, Brunei, Iêmen, Irã, Mauritânia e Nigéria. Essas leis discriminatórias e desumanas são aplicadas de forma desigual, muitas vezes direcionadas apenas aos homens. Em alguns casos, as punições podem incluir apedrejamento, enforcamento ou até mesmo a execução pública. Essas práticas são uma clara violação dos direitos humanos e refletem a necessidade urgente de luta contra a discriminação e a intolerância.

A tabela abaixo apresenta os países onde a pena capital é aplicada para atos sexuais consensuais entre pessoas do mesmo sexo, destacando a desigualdade de gênero na aplicação dessas leis.

País Pena Capital Aplicação
Arábia Saudita Sim Homens e mulheres
Brunei Sim Homens e mulheres
Iêmen Sim Principalmente homens
Irã Sim Principalmente homens
Mauritânia Sim Principalmente homens
Nigéria Sim Principalmente homens

Essas leis discriminatórias e desumanas são uma clara violação dos direitos humanos e refletem a necessidade urgente de luta contra a discriminação e a intolerância. É fundamental que a comunidade internacional pressione por mudanças e defenda os direitos de todas as pessoas, independentemente da sua orientação sexual. A luta pela igualdade e pelo respeito aos direitos humanos deve ser uma prioridade global.

Cuidado: A luta pela igualdade e pelo respeito aos direitos humanos das pessoas LGBTQIA+ no Brasil ainda enfrenta muitos desafios, e a conscientização sobre essa realidade é fundamental para promover mudanças significativas.

Percentual de pessoas LGBT+ no Brasil em 2023

A pesquisa sobre diversidade sexual e de gênero revelou que, dos 12% da população categorizados como ALGBT, 5,76% se identificam como assexuais, 2,12% como bissexuais, 1,37% como gays, 0,93% como lésbicas, 0,68% como trans e 1,18% como pessoas não-binárias. Esses dados refletem a importância de compreender e respeitar a diversidade de orientações sexuais e identidades de gênero. Além disso, o levantamento considerou fatores como idade, escolaridade e região, fornecendo uma visão abrangente da diversidade dentro da sociedade.

A análise dos dados revela que a assexualidade é uma orientação significativa dentro da comunidade ALGBT, representando 5,76% da população categorizada. A bissexualidade também é uma parte relevante, com 2,12% da população identificando-se como tal. Além disso, a pesquisa destaca a presença de identidades de gênero diversas, como pessoas trans (0,68%) e não-binárias (1,18%). Esses números evidenciam a necessidade de promover a inclusão e o respeito à diversidade sexual e de gênero em todos os aspectos da sociedade.

A pesquisa também considerou fatores demográficos, como idade, escolaridade e região, para compreender melhor a interseccionalidade da diversidade. Essa abordagem ampla permite uma compreensão mais completa das experiências e necessidades das diferentes comunidades dentro do espectro ALGBT. A criação de políticas e práticas inclusivas e sensíveis à diversidade, baseadas nessas informações, é essencial para promover a igualdade e o respeito para todos.

Categoria Percentual
Assexuais 5,76%
Bissexuais 2,12%
Gays 1,37%
Lésbicas 0,93%
Trans 0,68%
Não-binárias 1,18%
Total 12%

Diferença entre LGBTFobia e homofobia

LGBTfobia é um termo menos utilizado em comparação com homofobia, que é mais comum para descrever o ódio e a hostilidade direcionados à população LGBTQIA+. Originalmente, homofobia se referia especificamente à violência e discriminação contra homossexuais, ou seja, lésbicas e gays. No entanto, o termo LGBTfobia abrange uma gama mais ampla de identidades de gênero e orientações sexuais, incluindo bissexuais, transexuais, e outras identidades não conformes.

A discriminação e o preconceito contra pessoas LGBTQIA+ podem se manifestar de diversas formas, desde agressões físicas e verbais até a exclusão social e a negação de direitos básicos. É importante reconhecer que a LGBTfobia afeta não apenas indivíduos, mas também comunidades inteiras, contribuindo para a marginalização e a desigualdade. A conscientização e a educação são fundamentais para combater a LGBTfobia e promover a inclusão e o respeito para todas as pessoas, independentemente da sua orientação sexual ou identidade de gênero.

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Identidade de Gênero Orientação Sexual
Homem cisgênero Homossexual
Mulher cisgênero Bissexual
Homem transgênero Pansexual
Mulher transgênero Assexual

Países que sediam Paradas LGBT

O índice apresenta uma variedade de destinos interessantes ao redor do mundo. Começando pela Alemanha, um país conhecido por sua rica história, arquitetura impressionante e cervejas famosas. Em seguida, a África do Sul se destaca por sua diversidade cultural, safáris emocionantes e paisagens deslumbrantes. Já o Canadá oferece uma mistura de natureza intocada, cidades modernas e uma atmosfera acolhedora. Os Estados Unidos são famosos por suas metrópoles vibrantes, parques nacionais e uma variedade de experiências culturais. A França cativa com sua gastronomia requintada, monumentos icônicos e charmosas vilas. Por sua vez, Israel é um destino de significado espiritual, com locais sagrados e uma rica herança histórica. Por fim, a lusofonia abrange o Brasil, com suas praias deslumbrantes e festivais animados, e Portugal, com sua arquitetura encantadora e tradições únicas. Esses destinos oferecem uma ampla gama de experiências para todos os tipos de viajantes.

Facto interessante: O Brasil é o país que mais mata pessoas LGBTQIA+ no mundo, com uma média de uma morte a cada 26 horas.

Legislação brasileira para a comunidade LGBT

LEI Nº 10.948/01 dispõe sobre as penalidades a serem aplicadas à prática de discriminação em razão de orientação sexual e dá outras providências. A lei tem como objetivo combater a discriminação e garantir a igualdade de direitos para todas as pessoas, independentemente da sua orientação sexual. Através desta legislação, são estabelecidas penalidades para aqueles que praticarem atos discriminatórios, visando promover um ambiente mais inclusivo e respeitoso para a comunidade LGBTQ+.

A LEI Nº 10.948/01 é um marco importante na luta contra a discriminação, pois reconhece a importância de proteger os direitos das pessoas LGBTQ+ e promover a igualdade de tratamento perante a lei. Além disso, a lei também estabelece mecanismos para denúncia e punição de atos discriminatórios, garantindo que as vítimas tenham meios de buscar justiça e reparação.

É fundamental ressaltar que a LEI Nº 10.948/01 representa um avanço significativo na legislação brasileira, demonstrando o compromisso do Estado em combater a discriminação e promover a inclusão social. Através dessa lei, o Brasil reafirma seu compromisso com os direitos humanos e a igualdade, contribuindo para a construção de uma sociedade mais justa e respeitosa para todos.

Em resumo, a LEI Nº 10.948/01 é uma importante ferramenta legal que visa coibir a discriminação em razão de orientação sexual, estabelecendo penalidades para os infratores e garantindo a proteção dos direitos da comunidade LGBTQ+. Essa legislação representa um passo significativo rumo à construção de uma sociedade mais inclusiva e igualitária, onde todos possam viver sem medo de discriminação ou preconceito.

Nota: A Lei Nº 10.948/01 é uma legislação brasileira que visa combater a discriminação em razão de orientação sexual, estabelecendo penalidades para os infratores e garantindo a proteção dos direitos da comunidade LGBTQ+.

O significado da sigla LGBT

LGBT é uma sigla que significa Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgênero. Esta sigla é utilizada para representar a diversidade de orientações sexuais e identidades de gênero. As lésbicas são mulheres que se sentem atraídas por outras mulheres, os gays são homens que se sentem atraídos por outros homens, e as pessoas bissexuais são aquelas que se sentem atraídas por indivíduos de ambos os sexos. Já as pessoas transgênero são aquelas cuja identidade de gênero não corresponde ao sexo atribuído no nascimento.

A sigla LGBT é frequentemente utilizada em contextos de luta pelos direitos e igualdade para indivíduos que não se encaixam nas normas tradicionais de orientação sexual e identidade de gênero. A comunidade LGBT enfrenta desafios como a discriminação, o preconceito e a falta de reconhecimento legal, o que tem levado a movimentos de ativismo e luta por direitos civis. É importante destacar que a diversidade de orientações sexuais e identidades de gênero é uma parte fundamental da sociedade, e o respeito e a inclusão são essenciais para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária.

A luta pelos direitos da comunidade LGBT tem conquistado avanços significativos em muitos países, incluindo a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo, a implementação de leis antidiscriminação e a promoção de políticas inclusivas. No entanto, ainda há muito a ser feito para garantir que todas as pessoas, independentemente da sua orientação sexual ou identidade de gênero, sejam tratadas com dignidade e respeito. A conscientização e a educação sobre as questões LGBT são fundamentais para promover a inclusão e a igualdade para todos.

Observação: A falta de políticas públicas eficazes e a impunidade contribuem para a perpetuação da violência contra pessoas LGBTQIA+ no país.

Vivendo a experiência LGBT na Espanha

Nas últimas décadas, os direitos de lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros (LGBT) na Espanha passaram por mudanças significativas, tornando-se alguns dos mais avançados do mundo. Na década de 2020, a Espanha é considerada um dos países mais culturalmente liberais e LGBT do mundo. A legislação espanhola tem avançado para garantir a igualdade de direitos para a comunidade LGBT, incluindo o casamento entre pessoas do mesmo sexo, a adoção por casais do mesmo sexo e a proteção contra a discriminação com base na orientação sexual e identidade de gênero. Além disso, a Espanha tem promovido a educação inclusiva e a conscientização sobre questões LGBT, contribuindo para a criação de uma sociedade mais inclusiva e tolerante.

A tabela abaixo apresenta um resumo das conquistas dos direitos LGBT na Espanha:

| Conquistas dos Direitos LGBT na Espanha | Ano |
|—————————————–|—–|
| Legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo | 2005 |
| Reconhecimento do direito à adoção por casais do mesmo sexo | 2005 |
| Aprovação da Lei de Identidade de Gênero, permitindo a mudança legal de gênero | 2007 |
| Inclusão da orientação sexual e identidade de gênero como categorias protegidas contra discriminação | 2011 |

Essas conquistas refletem o compromisso da Espanha em promover a igualdade e a inclusão, tornando-se um exemplo global no avanço dos direitos LGBT.

País líder em homicídios de pessoas LGBTQIA+ nas Américas

O número de pessoas LGBT+ assassinadas no Brasil em 2022 mantém o país no topo mundial entre aqueles que realizam pesquisas sobre esse tipo de violência. Foram 242 homicídios – ou uma morte a cada 34 horas -, além de 14 suicídios.

  • Esses dados alarmantes revelam a persistência da violência contra a comunidade LGBT+ no Brasil, evidenciando a urgência de medidas efetivas para proteger essas pessoas. A frequência das mortes, com uma a cada 34 horas, ressalta a gravidade e a constância desse problema, que demanda atenção e ação imediata.
  • Os 242 homicídios e 14 suicídios representam vidas perdidas e famílias impactadas, evidenciando a necessidade de políticas públicas e ações de conscientização para combater a discriminação e a violência contra a comunidade LGBT+. É crucial promover a inclusão e o respeito, garantindo a segurança e o bem-estar de todos.
  1. O Brasil, ao liderar as estatísticas mundiais de assassinatos de pessoas LGBT+ e suicídios, enfrenta um desafio significativo em relação aos direitos humanos e à proteção das minorias. Essa realidade reforça a importância de políticas de combate à homofobia, transfobia e bifobia, visando a construção de uma sociedade mais justa e igualitária.
  2. É fundamental que a sociedade e as autoridades se mobilizem para promover a tolerância e o respeito à diversidade, garantindo que todas as pessoas possam viver sem o medo da violência ou discriminação. A conscientização e a educação são ferramentas essenciais para promover a inclusão e a segurança da comunidade LGBT+.
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Nota: Os dados alarmantes sobre o número de assassinatos e suicídios de pessoas LGBT+ no Brasil em 2022 destacam a urgência de ações para combater a violência e promover a inclusão e o respeito. Essa realidade reforça a importância de políticas públicas e a conscientização da sociedade para garantir a segurança e o bem-estar de todos.

Importante saber: Em 2020, foram registadas 237 mortes de pessoas LGBTQIA+ no Brasil, um aumento de 7% em relação ao ano anterior.

Qual é a taxa de homicídios no Brasil?

O maior número de mortos está na faixa jovem, de 15 a 29 anos, principalmente negros do sexo masculino. Essa realidade alarmante reflete a desigualdade e a violência que assolam a população jovem e negra no Brasil. De acordo com o Atlas da Violência 2017, os cidadãos negros têm 23,5% mais chances de serem assassinados do que os das outras raças, evidenciando a urgência de medidas para combater esse cenário. A seguir, destacam-se algumas questões que merecem atenção:

1. Desigualdade racial e violência: A disparidade no número de mortes entre jovens negros e de outras raças revela a existência de um problema estrutural que precisa ser enfrentado. A falta de oportunidades, a discriminação e a vulnerabilidade social contribuem para a perpetuação desse ciclo de violência.

2. Impacto na sociedade: Além do impacto devastador nas famílias e comunidades afetadas, a violência contra jovens negros gera consequências para o desenvolvimento do país. A perda de vidas e de potencial humano representa um obstáculo para a construção de uma sociedade mais justa e equitativa.

3. Necessidade de políticas públicas: É fundamental que o Estado implemente políticas efetivas de segurança, educação e inclusão social, visando a redução da violência e a promoção da igualdade de oportunidades para todos os cidadãos. Investimentos em áreas como saúde, emprego e cultura são essenciais para transformar essa realidade.

4. Mobilização e conscientização: A sociedade civil, juntamente com organizações e instituições, deve se mobilizar para combater o racismo estrutural e promover a conscientização sobre a importância de garantir a segurança e o bem-estar de todos os jovens, independentemente de sua cor ou origem.

Diante desse panorama, é crucial que haja um esforço conjunto para enfrentar as causas profundas da violência que vitima jovens negros, buscando construir uma sociedade mais justa e inclusiva para as futuras gerações.

Qual estado brasileiro é o mais propenso à violência?

De acordo com os dados mais recentes, o Ceará permanece como um dos cinco estados mais violentos do Brasil em 2021, apesar de registrar uma queda nos índices de criminalidade. A Bahia lidera a lista, com 2.931 homicídios, seguida pelo Rio de Janeiro, com 1.800; Pernambuco, com 1.686; e São Paulo, com 1.615. Esses números evidenciam a persistência da violência em algumas regiões do país, apesar dos esforços das autoridades em implementar políticas de segurança.

A tabela abaixo apresenta os dados de homicídios nos cinco estados mais perigosos do Brasil em 2021:

| Estado | Homicídios |
|————–|————|
| Bahia | 2.931 |
| Rio de Janeiro | 1.800 |
| Pernambuco | 1.686 |
| São Paulo | 1.615 |

Essas estatísticas reforçam a necessidade de medidas efetivas para combater a violência e garantir a segurança da população. Apesar de alguns estados apresentarem melhorias, é fundamental que o tema da segurança pública permaneça como uma prioridade nas agendas governamentais, visando a redução dos índices de criminalidade em todo o país.

Cuidado: A falta de políticas eficazes de proteção e a impunidade dos agressores contribuem para a perpetuação desse cenário de violência.

Qual é a perspectiva de vida de um indivíduo LGBT no Brasil?

O dossiê revela que as travestis e transexuais femininas enfrentam uma alta vulnerabilidade à morte violenta e prematura no Brasil, com uma expectativa de vida de apenas 35 anos, em comparação com a média nacional de 74,9 anos. Essa disparidade chocante destaca a urgência de abordar as questões de segurança e saúde que afetam esse grupo marginalizado. A discriminação, a falta de acesso a serviços de saúde adequados e a violência sistemática contribuem para essa realidade alarmante, exigindo ações imediatas para proteger e promover os direitos dessas pessoas.

| Grupo | Expectativa de Vida (anos) |
|——-|—————————|
| Travestis e Transexuais Femininas | 35 |
| População em Geral | 74,9 |
| Homens | 71,3 |
| Mulheres | 78,6 |

A tabela acima ilustra claramente a disparidade na expectativa de vida entre as travestis e transexuais femininas e a população em geral, destacando a extrema vulnerabilidade desse grupo. Essa disparidade não apenas revela a injustiça social que enfrentam, mas também aponta para a necessidade urgente de políticas e ações específicas para proteger e promover a saúde e os direitos humanos dessas pessoas.

Preste atenção: A violência contra pessoas LGBTQIA+ no Brasil é alarmante, com relatos frequentes de agressões físicas, discriminação e até mesmo assassinatos.