#ContoRápido Amizade colorida

 

No início do ano de 2013 resolvi que era hora de mudar minha vida, depois de ter passado altos e baixos, após o término de um relacionamento de 06 anos, decidi que era hora de mudar, era hora de respirar novos ares, viver novas experiências, construir uma vida nova, para isso era preciso sacudir a poeira, e foi assim que eu vivi uma das melhores experiências de minha vida.

Sempre me senti diferente das outras meninas, nunca havia me interessado pelos meninos do time de futebol, ou suspirado pelos olhos azuis e cabelo perfeito do bonitão da escola, mas era só a Rafaela passar por mim que meu coração batia mais forte.

Eu tinha apenas 16 anos, havia ficado apenas com 2 ou 3 meninos, e estava arrebatada por uma paixão avassaladora pela menina mais popular de toda escola. Pobre de mim, apesar de me considerar linda, eu estava longe de chegar aos pés de Rafa.

No fim das contas, depois de muito sofrer e muito suspirar nós acabamos ficando, ela foi a primeira mulher de minha vida, namoramos por 06 anos, mas eu não fui a única mulher da vida dela, e foi assim que nossa história de amor acabou.

E lá estava eu, morena, magra, mais uma menina comum entre tantas, no alto dos meus 22 anos de idade, cheia de sonhos e ansiosa por uma vida que eu não tinha vivido.

Passei para um curso da área de engenharia, aluguei uma quitinete minúscula, de apenas 02 cômodos, e assim fui viver uma vida nova.

As aulas começaram, curso integral de uma universidade pública, padrão alto de ensino, eu estava sentindo o cansaço na mente, mas isso não me desanimava, pelo contrário, só me dava mais gás para continuar.

Após 02 semanas tendo interagido apenas com os alunos da minha turma, estava eu indo para minha casa, quando me deparo com uma garota linda, morena, olhos castanhos, cabelo levemente ondulado e um corpo deslumbrante, ela estava parada na porta que dava acesso as quitinetes, com os braços carregados de livros, as chaves nas mãos e uma expressão de desafio diante da tarefa de abrir a porta sem deixar que tudo caísse no chão. Me aproximei e ofereci ajuda, afinal, eu também iria subir, e ela estava no caminho.

– Olá, meu nome é Carol, se me permitir eu abro a porta para você, eu também moro aqui. – falei meio sem jeito para moça.

– Oi, eu me chamo Tatiane, faça essa gentileza por favor, vai salvar minha vida –  Ela me disse em uma expressão divertida e confortável, era incrível a desenvoltura exposta em tão poucas palavras.

Abri a porta, ela agradeceu e subiu, e eu fui logo atrás, chegando a minha porta ela também parou, se virou e me disse:

-Eu moro aqui, será que você poderia abrir mais essa porta pra mim? Isso é, se não for incômodo, é claro.

– Sem problemas.

Olhei para ela, sorri, peguei as chaves de suas mãos e abri a porta para ela, e disse:

– Olha que coincidência, eu moro aqui e frente.

– Sério?! Isso é ótimo, posso agradecer sua gentileza com um jantar, que tal um estrogonofe mais tarde?

– Seria ótimo, há dias vivo de cachorro quente, coxinha e macarrão instantâneo, um estrogonofe seria divino.

–  Ok, está convidada, te espero as 20hrs.

– Até mais, respondi ainda atordoada com o convite.

Eu era uma estudante recém instalada em uma quitinete, com a missão de estudar e me formar em engenharia, não havia pensado em amigos, mas claro que uma companhia me faria bem.

As 20 horas em ponto cheguei na casa de Tatiane, o cheiro bom de comida de verdade já se espalhava pelo ambiente, conversamos banalidades, comemos, bebemos um vinho barato, quando de repente a porta se abre, e uma mulher adentra o ambiente, veio, me cumprimentou e se apresentou como Tais. Ela dividia o apartamento com Tati, eram amigas e faziam o mesmo curso, dividiam tudo na casa, se completavam simplesmente.

Tais juntou-se a nós e sem nenhuma cerimônia puxou um prato, se serviu e começou a comer, entrou no assunto como se sempre estivesse ali, tomou um gole do vinho em meu copo, como se houvesse uma intimidade enorme entre nós, como se nos conhecêssemos a vida toda.

Realmente era um encontro de almas, e assim seguimos por dias, todos os dias jantávamos juntas, conversávamos, jogávamos baralho, videogame, enfim, era uma amizade comum entre 03 universitárias.

Um belo dia eu e Tati estávamos bebendo uma caipirinha de vodka, sentadas no chão da pequena varanda que havia, quando ela se virou e disse:

– Estou morrendo de vontade de beijar sua boca.

Talvez tenha sido a vodka que despertou esse desejo nela, ou era atração mesmo, não sei dizer ao certo. Fiquei ali parada por alguns segundos, atônita com a informação recém recebida, e sem pestanejar puxei-a para um beijo.

O beijo era quente, intenso, com vontade, as línguas dançavam na boca uma da outra como se fossem velhas conhecidas, se entendiam perfeitamente. As mãos já percorriam os corpos uma da outra, trazendo o tesão a tona, molhando as calcinhas de tanto desejo.

Me levantei, puxei ela pra mim, abraçando seu corpo com mais vontade, ela foi me conduzindo até o quarto, com os olhos fechados, presa em um beijo sexy e poderoso.

Era como um dejavu, como se aquilo já tivesse acontecido antes. As roupas foram sendo retiradas e jogadas pelo quarto, enquanto os corpos estavam cada vez mais encaixados. Deitei Tati na cama e comecei a saborear seu corpo, começando pelo pescoço e descendo pelos seios e parando neles. Tati tinha seios incríveis, pequenos, cabiam quase inteiros na boca. Suas mãos estavam segurando firme meu cabelo, e ela gemia me deixando cada vez mais excitada e fazendo com que eu sugasse cada vez mais forte aqueles seios maravilhosos. Ao fundo uma voz nos tirou a concentração, quebrando o ritmo daquela dança que desempenhávamos.

– Posso participar?

Era Tais que havia chegado, estava de pé na porta do quarto, seus olhos queimavam de desejo. Olhei para Tati esperando um sinal de aprovação, ela sorriu, me virei para Tais, e com uma voz rouca e um olhar safado falei, Vem.

Era como um sonho, eu tinha em minhas mãos duas mulheres maravilhosas, cheias de tesão em um Ménage.

Tais caiu na cama já sem roupa, puxando meu rosto e me beijando, Tati me pegou por trás, mordendo minhas costas e acariciando meus seios. Beijei Tais, descendo pelos seu pescoço e chupando seus seios.

O tesão foi aumentando, meu sexo estava encharcado,  levantei e ordenei as duas.

– Quero as duas aqui, deitadas, olhando para mim, com as pernas afastadas.

Fui prontamente obedecida, o tesão no olhar delas era evidente, me ajoelhei na cama e comecei a chupar o sexo de Tati enquanto acariciava o sexo de Tais, inverti as posições, passei a chupar Tais enquanto penetrava Tati e assim fui revezando entre as duas até que elas gozaram simultaneamente, esgotadas.

Deitei no meio delas, cansada, mas ainda cheia de tesão, em um movimento rápido Tati tomou a frente e subiu em cima de mim, me beijando, Tais posicionou-se em meio a minhas pernas, dando inicio a um oral lento, intenso e compassado. Elas trocavam de lugar, revezando as posições e me levando a loucura. Não demorou até que eu gozei, ficando entregue, exausta.

Assim como o inicio dessa amizade não precisou de explicação ou motivo, essa noite de sexo também não exigiu explicações, simplesmente aconteceu, naturalmente, e ainda hoje acontece, sem haver combinados ou regras, somente o mais puro e simples prazer.

assinatura.Gi Medeiros.fw

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