#ContoRápido – Mesa para duas

Meu nome é Renata, tenho 26 anos e moro em uma pequena cidade do interior do Paraná, tenho 1,60m de altura, cabelos castanhos e sou magrinha, uma garota comum.

Era mais uma sexta-feira como outra qualquer, minhas amigas me convidaram para sair, haveria um show acústico em um barzinho, e eu as encontraria lá, para tomar um Chopp, curtir um bom som, comer aqueles petiscos tradicionais de bar.

Como o de costume eu cheguei meia hora atrasada, Aline e Rafaela já se encontravam lá, segurando a mesa para o grupo, Juliana estava no balcão do bar conversando com um amigo. A casa estava lotada, não havia uma cadeira vazia, as pessoas estavam em pé, a banda cantava singles que variavam entre Legião Urbana, Cassia Eller, Titãs, Engenheiros, AC/DC, Pearl Jam entre outros grandes clássicos do Rock nacional e internacional. Cheguei e tomei conta da cadeira reservada para mim, e logo Juliana veio se juntar nós também.

O garçom veio a nossa mesa, e pedimos a primeira rodada de Chopp, e começamos a conversar, e assim a noite foi seguindo, regada a Chopp, conversa e música.

Como não era de se estranhar, logo tive que ir ao banheiro e a fila estava imensa, havia pelo menos umas 10 meninas no banheiro feminino, aguardando a vez para usar o reservado. Eu já estava meio alta por conta das seguidas rodadas de Chopp que eu havia tomado, encostei na parede procurando algum conforto, e fiquei praguejando mentalmente, reclamando do tamanho da fila e a demora, foi quando uma voz ecoou me tirando do transe.

– Moça, a fila! –  Olhei para ela, sem entender, e a figura apontou a minha frente, havia um espaço grande entre eu e a menina a minha frente.

– Ah sim, obrigada por avisar.

– Por nada. Você esta bem?!

– Estou. Só um pouco tonta, mas já vai passar.

– Ah sim. Desculpe o atrevimento, mas posso saber o seu nome?!

– Claro, meu nome é Renata, e o seu?

– Prazer, Fernanda.

– O prazer é todo meu, sorri em resposta.

O reservado do banheiro ficou vago, entrei, e quando sai Fernanda não estava mais lá, caminhei até o bar e pedi uma água, eu realmente estava um pouco alterada, não me sentia bem, precisava de água, ar fresco e minha casa.

Enquanto eu aguardava encostada no balcão do bar, novamente Fernanda veio ao meu encontro, ela tinha um jeito todo especial, jeito de menina inocente, sorriso aberto, longos cabelos longos ondulados, olhos da mesma cor, era como se fosse uma menina em um corpo de mulher.

– Oi de novo.

– Oi Fernanda, senti sua falta quando sai do banheiro.

– Gostei de saber disso.

O garçom chegou com minha agua, abri e tomei um gole, no gargalo mesmo. Ela me observava com atenção, observando cada detalhe em meus movimentos, e isso me fascinava.

– Me da um gole?

– Claro. –  Estendi a garrafa em sua direção, ela pegou, e tomou, sem tirar os olhos de mim, e dessa vez fui eu quem ficou presa na delicadeza de seus movimentos.

– Preciso ir embora, não estou muito bem.

– Posso te levar?!

– Você daria carona para uma desconhecida?!

– Você não me parece perigosa.

– Então vamos, só vou avisar minhas amigas, você me espera lá fora?!

– Claro, te espero sim.

Voltei a mesa e expliquei para as meninas que eu não estava bem e uma amiga tinha se oferecido para me levar em casa. Ju, lançou um olhar desconfiado para mim, como se soubesse que dessa carona sairia algo mais. Pisquei pra ela em resposta, para confirmar sua desconfiança.

– Amiga, pede pra essa conhecida sua cuidar bem de você, hein¿ –  E sorriu com o comentário malicioso.

– Claro que peço, depois te conto tudo. – Dei um sorriso malicioso em resposta.

Sai do bar, e logo na rua Fernanda me esperava, encostada no seu carro, entramos no carro e fui dando as coordenadas até chegar em minha casa.

Logo que chegamos, desci e a convidei pra entrar e tomar alguma coisa.

– Fer, o que você quer beber?!

– Tem cerveja?

– Tem sim – peguei uma long neck e entreguei a ela – Notei que não estava bebendo no bar, achei que não bebia.

– Não estava bebendo porque tinha que dirigir.

– E agora não tem mais?!

– Agora eu pretendo dormir ali naquele sofá. – Ela sorriu maliciosamente.

– Ok, sinta-se mais que convidada.

Caminhei até a geladeira, me abaixei a procura de algo para comermos enquanto tomávamos aquela cerveja.

Senti as mãos de Fernanda se enlaçarem em volta do meu corpo, e um beijo quente ser depositado em meu pescoço, fazendo meu corpo se arrepiar. Num impulso virei e é a tomei nos braços, beijando sua boca, um beijo quente, intenso e cheio de desejo.

Fui empurrando seu corpo até encostá-lo na mesa da cozinha, coloquei Fernanda sentada na mesa, e comecei a abrir os botões de sua blusa, ela usava sutiã de renda preto, tinha seios pequenos, que cabiam exatamente em minha boca, chupei seus seios, morrendo de tesão, desci por seu corpo com beijos quentes enquanto ela gemia, quase implorando por sexo.

Beijei sua barriga, abri o botão de sua calça, e arranquei com voracidade, deixando-a nua em minha mesa. Seu sexo estava pingando de prazer.

Tirei a blusa e o sutiã que eu vestia, peguei uma bala halls extra forte no bolso da minha calça, coloquei em minha boca e comecei a acariciar seu sexo levemente, com os dedos.

– Gosta desse Halls?!

– Não sei dizer, nunca provei assim

– Prova na minha boca primeiro, depois você vai provar um oral maravilhoso.

Segurei sua cabeça com as mãos e a puxei pra um beijo urgente, intenso e cheio de tesão. Desci beijando seu pescoço, passei pelos seios, chupando-os com vontade, beijei sua barriga e desci até o sexo e parei, olhei para ela dentro de seus olhos e sorri maliciososamente, passei a língua em sua buceta que estava visivelmente molhada, e assoprei devagar, fazendo com que o mentol da bala causasse uma refrescancia por onde a minha língua tinha passado, voltei a encarar ela, como quem espera uma ordem.

– Você quer mais?

– Sim eu quero.

– O que você quer, Fernanda?!

– Quero você.

– Mais específico. O que você quer, Fernanda?!

– Quero que você me chupe.

– Ainda não entendi, pode me explicar melhor?! – Eu a olhava como quem provoca, com um sorriso provocante, sentindo a urgência de seus desejos.

– Renata, chupa minha buceta, quero gozar na sua boca.

– Muito bem princesa, seu pedido é uma ordem.

Iniciei um oral lento e ritmado, assoprando seu sexo de vez em quando, aumentando a sensação de prazer dela. Fernanda gemia e rebolava, uma de suas mãos se prendia no meu cabelo, e a outra tinha as unhas cravadas em meu ombro, essa pequena dor causada me fazia delirar de desejo.

Ela rebolava no ritmo da minha língua, gemia de tesão, estava quase chegando a um orgasmo, parei e voltei a encara-la, como quem espera uma nova ordem.

– Renata, não para.

– Me diz o que você quer.

– Quero gozar na sua boca Renata, por favor, não para.

Ela tinha uma expressão de quase desespero, estava implorando por prazer e isso me excitava cada vez mais. Coloquei 2 dedos dentro dela e ouvi um gemido baixo. Comecei um vai e vem lento, sentindo o ponto G dela todo enrugado, denunciando que o trabalho estava sendo bem executado. Continuei nesse movimento até ela implorar novamente.

– Renata, por favor, me chupa.

– Sim senhora, seu desejo é uma ordem.

Abocanhei seu sexo, chupando enquanto penetrava, e ouvindo os gemidos de Fernanda ficarem cada vez mais altos. Fui aumentando o ritmo em resposta, e a cada estocada que eu dava, ela gemia mais alto e cravava um pouco mais as unhas em meu ombro, até que ela explodiu em um orgasmo intenso, chupei todo seu gozo.

Fernanda me puxou para ela, me abraçando, seu corpo tremia com o efeito do orgasmo. Ficamos ali, naquele abraço, por um tempo, então peguei Fernanda no colo e levei para o quarto, ela estava exausta, deitei ela na cama, tirei o resto da minha roupa, e me deitei na cama também, aninhando meu corpo junto ao seu.

– Suguei toda a sua energia né¿

– Sim, você acabou comigo.

– Era essa a intenção.

– Sabia que eu não ia me arrepender de ter chegado em você lá no bar.

– E eu não me arrependi da carona.

– Realmente, foi a melhor carona que eu já dei. Posso dormir aqui com você?

– E quem disse que eu iria deixar você ir embora hoje?

Fernanda se ajeitou em meus braços, e eu a apertei mais forte, trazendo ela pra junto de mim. E ali nos entregamos ao sono, pelo menos por algumas horas. Mas essa é uma outra história.

assinatura.Gi Medeiros.fw

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