Por que desejo a continuação de The L Word? 5 motivos

Alerta de spoiler!

Empoderamento, romance, drama, comédia, crushs, família e elenco incrível define essa amada série escrita e produzida por Ilene Chaiken – hoje criadora da série Empire – que foi ao ar em janeiro de 2004 e teve o encerramento em março de 2009 nos canais Showtime (EUA), Showcase (Canadá) e Warner nos demais países da América.

Claro que uma continuação será baseada na realidade, pois um presidente republicano ameaça os direitos das pessoas LGBTs no país. É racista, misógino, odeia latinos e muçulmano, com certeza críticas provocariam reflexões sobre o que esperamos em outros assuntos.

Agora listamos alguns motivos para o retorno de The L Word se tornar um sonho:

1-  Quem matou Jennifer Shecter?

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A escritora se transformou ao longo da trama, não dá para acreditar que a ingênua Jenny recém chegada à realidade de L.A tornou-se a vilã de seus amigos. Mas as investigações um dia terminam e teremos o nome da autora ou autor do assassinato.

2- O casal mais shippado da série: Bette Porter e Tina Kennard.

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Elas se mudariam para NY, e seus amigos fizeram uma homenagem, mas a morte da Jenny na casa do casal pode ou não adiar esse plano. Ano passado a Suprema Corte Americana legalizou em todos os Estados a celebração do casamento civil igualitário, então seria interessante as renovações de votos no altar e a dama de honra a filha delas, Angélica, já com 18 anos.

3- Sucesso da Alice Pieszecki na internet

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Ela ganhou destaque na internet ao desenvolver uma versão do ”Quadro Pieszecki”, aonde qualquer usuário cria a sua constelação de relacionamentos, tornou-se a rede social LGBT OurChart (nosso quadro) e chamou atenção de seu amigo e desenvolvedor do site Max Sweeney pela oportunidade na venda de espaço publicitário.

4- A revanche no basquete!

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Um desafio aceito proposto pela Papi a Shane tornou-se uma partida de basquete história na região LGBT de Los Angeles, e com certeza milhões de torcedoras aguardam essa revanche.

5- Helena e Kit.

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O companheirismo dessas amigas tornou-se uma sociedade, elas são donas do The Planet e Hit Club que dominam as noites baphônicas de West Hollywood. E a gente precisa saber dos babados que rolam por lá.

 

E você? Por que deseja o retorno de TLW? Comente. 🙂

 

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Celine Ramos
Baiana, feminista, negra e publicitária. Fundadora do SouBetina. Vivo na ponte-aérea Salvador-São Paulo. <3